sexta-feira, 11 de abril de 2014

Sinais dos Tempos 9: Escolhas


Singelas são as mãos que consolam, sagrada é a boca que conforta, sublime é o espírito que se entrega à mortificação da carne. Hoje o Senhor nos fala ao espírito, estejamos prontos e conscientes para realizar a vontade de teu Pai. Buscai em teu coração as verdades que hora fogem ao teu Eu. Sede verdadeiro com o divino que reina em ti. Não buscai mais que aquilo que te foi prometido, sede fiel e obediente, sacrificai os desejos que te remetem ao palpável e elevai tua mente ao Pai. A estes tempos não te pertences nem mesmo teu corpo, este templo o Pai já retomou, segue a vontade dele, pois é chegado tempo de glória, Jesus ressuscitado cavalga rapidamente em seu cavalo branco para ocupar seu lugar de direito na criação. Levanta-te e procura ocupar-se das coisas do espírito, pois já perdeste em demasia tempo com futilidades que levaram às condições que hoje se encontra. Felizes? Impossível reconhecer a verdadeira felicidade longe do teu criador, nada podes, nada fizeste que não fosse permitido por Ele. E hoje Ele te diz: “Chega! Minha misericórdia te trouxe até aqui, tua fé te guiará daqui por diante. São muitos os relatos de meus filhos que sentem um forte calor no peito nos tempos atuais, sensações estranhas a mentes alienadas e sem vida. O Senhor te chama e já não tens tempo. Deves estar pronto para suportar com resignação as conseqüências da iniqüidade humana. Deves permanecer serenos e atentos para resguardar-se em oração, aguardando o chamamento ao trabalho. Muito já foi dito e pouco foi compreendido, pois eis que agora é determinado que desçam à terra toda a corte dos meus anjos mais puros à selecionar o joio do trigo, os bodes das ovelhas. Na dor, teimam em inquietar-se diante de algo que não podeis controlar, ainda falta em tua fé compreender que só há um escritor no livro da vida, e este não encontra-se em carne mortal. Selo o compromisso com os justos, pois derramarei toda a minha ira aos impuros, àqueles que por suas mãos perderam meus pequeninos. E a vós escolhidos de toda minha criação, clamo o vosso retorno urgente ao trabalho, não posso mais esperar que encontreis em teu orgulho as explicações que necessitam. Sede fiéis a mim, teu Pai, meu tempo chegou e a ti resta mais uma vez a escolha. Terás a pretensão de crucificar novamente meu filho? Te digo que agora Ele irá até vós com toda a minha glória, que seu braço estará mais forte que a maior de tuas máquinas, que a sua voz não poderá ser calada pelas blasfêmias da tua boca. Sou teu Pai e agora te digo, volta, preciso de ti, realiza a minha obra e recebes a tua recompensa em meu reino. Muita dor e angústia virão aos teus, mas nada há o que fazer por ti. Tiveram oportunidade única diante de todos os viventes da minha criação, não posso mais sacrificar ovelhas por lobos. Em verdade te digo, nada mais que vem de ti em sacrifício me agrada, quero apenas teu coração. A luz que virá do horizonte irá calar a boca dos ímpios e reluzirá no coração dos impuros. Terão arrebatados seus espíritos imundos à condenação eterna. Purificarei com fogo toda a maldade que derramaram sobre a Terra. Elevarei os santos, e subjugarei os soberbos, pois aos humildes de coração pertence minha criação, já vos foi dito. Vos aguardo no sagrado e misericordioso coração de meu filho, e ai daquele que desdenhar, pois sua condenação será centuplicada. Entrego-vos vossa mãe agora e deixo que em seus braços possam refletir e tomar a correta decisão. Que a paz esteja convosco”.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

A dor do mundo machuca o coração!



Como me dói o coração ao sentir a dor do mundo; moradores de rua perambulando sem destino e sem horizonte algum; casebres pobres nas periferias das cidades douradas, onde falta o pão e falta o lume; crianças órfãs, flor que ainda não desabrochou vergada ao peso do destino triste; jovens sem rumo avassalando a paz das ruas!

Miséria e orfandade, dor e desilusão, moram perenes nos corações desalentados!

Ó Deus de Amor tem piedade dos corações sofridos. Amparam em tua misericórdia os órfãos de amor!

Senhor! Perdoe os criminosos insanos, eles não sabem o que fazem de mal; estenda a tua graça para os enfermos do corpo, e os desiludidos da alma!

Ao ouvir no coração o grito rouco das almas destroçadas, fonte de mágoas e doloroso pranto, eu me ajoelho em dolente canto, tem piedade Senhor, dos filhos da dor, os filhos de ninguém, rostos envilecidos, almas amarguradas!...

Que a Vida que ornamentou os campos com singelas flores, encimou o firmamento com preces de amor... Tem piedade meu Deus das almas que nunca sonharam, por que os sonhos esmaeceram antes de nascer!

Que esta canção de amor, esse dom da meiga flor, fulgure em paz e consolo para os quer padecem muita dor!

PAZ E LUZ!
Ismael de Almeida

As Respostas do Amor



Por quantas vezes nos desconhecemos em atitudes extremas e desmedidas. Já imaginou quantas discórdias poderiam ter sido evitadas se nosso espírito fosse superior ao nosso corpo. Meditando um pouco a esse respeito discordo quando falam que somos ruins por natureza. Como pode, se somos uma pequeníssima parcela da mais bela e absoluta bondade? Acho que apenas nos desligamos, desconectamos da nossa essência na intenção de sobreviver, literalmente um extinto animal. Seja para mostrar nossa superioridade, seja para conquistar nossos espaços nesse mundo doido e tão cheio de competições sem sentido. Sim, em algum momento fazemos parte daquela tão falada evolução natural de Darwin, mas não acredito que nossa essência venha desta evolução. Lutamos diariamente contra diversos monstros que criamos em nossa mente criativa, mas o mais difícil oponente está dentro de nós. Apesar de toda nossa oração e busca por Deus, nos pegamos quase diariamente querendo resolver as coisas instintivamente, o que não é coerente com essa busca. Os mais belos ensinamentos já foram deixados pelo filho Jesus Cristo: “Se alguém te bater em uma face, entrega-lhe também a outra. Se alguém te obrigar a andar mil passos com ele, anda outros mil...”. Nessas máximas encontram-se imensas verdades a serem absorvidas por nós, mas que passam desapercebidas ao nosso limitado conhecimento. Não deves te entregar ao teu inimigo em contenda, deves priorizar o amor. O que o amor faria? Muitas ofensas nos permitem o silêncio, mas ao invés disso respondemos ainda mais gravemente em um instinto de auto defesa. Muitas discussões poderiam ser encerradas com um sorriso, um abraço ou mesmo um aperto de mão. Selamos um pacto de amor com nosso criador quando Jesus se entregou por nós naquela cruz. Devemos isso a Ele. Será que ainda lembramos a penúltima frase dita por Ele ao estar sofrendo as dores do mundo na cruz? Lembremos: “Em tuas mãos entrego meu espírito...”. Chega a me envergonhar quantas vezes perdi a cabeça por tão pouco, frente ao sofrimento extremo que meu Senhor passou por mim. Tenho sim, assim como muitos de vocês, um certo preconceito que as vezes me causa ojeriza a certos irmãos que têm na grosseria, falta de educação e amor, sua maior característica. Tenho uma tendência fortíssima a me afastar para evitar problemas. Mas será o correto? Ou estou fugindo da minha cruz? Somos uma rara espécie que só aprende pelo exemplo, e as vezes palavras se perdem ao vento, quando na verdade precisamos observar o sofrimento alheio, e até mesmo experimentar, antes de mudar de atitude. Será que aquele que me agride em moral com palavras aprenderia se lhe respondesse com brandura? Não há como saber, apenas testando, e posso apostar que daria mais certo que uma longa discussão com insultos de ambas as partes. Aí mora o verdadeiro sentido da fé: “Senhor, me orienta em pensamentos, atitudes e palavras, para que meu coração seja semelhante ao teu”. Deus nos orienta diariamente, minuto a minuto, mas tapamos nossos ouvidos com o escudo da incredulidade e orgulho. Muitos de vocês já devem ter sentido como eu aquela coceirinha no coração que diz: “Calma, eu estou aqui” ou mesmo “Cala-te”. Mas muito de nossos instintos são tão fortes ainda quanto nossa fé, e os insultos saem de forma desmesurada, as vezes ofendendo mais que o necessário aquele ser inconsciente pela raiva. A grande batalha está aí, vencer através do amor a Deus todas as vezes que tua boca quiser te vencer. “Não é o que entra na boca de um homem que o condena, mas o que sai...”. Somos a nossa própria condenação, e precisamos urgentemente mostrar ao mundo que o bem sempre vence, que o amor é a essência divina que contamina, que incita a caridade e a benevolência com teu próximo. Precisamos fazer acontecer já, ou não seremos melhores qualquer animal que conhecemos, e nos rebaixaremos a meros coadjuvantes da evolução.